domingo, 2 de agosto de 2009
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..E lembra-te:Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão
domingo, 14 de junho de 2009
...
Sabe, hoje eu parei pra pensar ( SIM EU PENSO) e tipow cansei;Cansei de tentar agradar a gregos e troianos porque não adianta, cansei de tentar me adaptar a uma sociedade Hipócrita, cansei de viver entre " O bem e o mal","dinheiro e a felicidade"," a paz e o inferno","o amor e o ódio", "entre" o certo e o errado"...
Porque não se entregar de corpo e alma,porque não "deixa a vida me levar",simplesmente parar rever os conceitos, viver aquilo em que realmente eu amo, gritar na hr que eu quiser gritar, cantar na hora que eu quiser cantar, beijar quem eu quiser beijar...
Vivemos em um mundo onde o que os outros tem e fazem é mais importante daquilo que vc realmente precisa,não seria bom tomar decisões baseadas em si próprio, nada de "hoje eu vou fazer isso porque joão faz isso e ele se diverte ou hoje vou comprar um fogão novo pq maria tem um igual,ou eu vou comprar essa roupa pq todas as minhas amigas tem " Me poupe, é tão gratificante tomar suas PRÓPRIAS decisões.
Pelo menos por hoje, pelo menos só por hoje eu vou VIVER, me entregar de Corpo e alma ao destino.
como dizia o poeta Zeca Pagodinho "deixa vida me levar ô vida leva eeeu, sou feliz e agradeço por tudo que DEUS me deu"...
Porque não se entregar de corpo e alma,porque não "deixa a vida me levar",simplesmente parar rever os conceitos, viver aquilo em que realmente eu amo, gritar na hr que eu quiser gritar, cantar na hora que eu quiser cantar, beijar quem eu quiser beijar...
Vivemos em um mundo onde o que os outros tem e fazem é mais importante daquilo que vc realmente precisa,não seria bom tomar decisões baseadas em si próprio, nada de "hoje eu vou fazer isso porque joão faz isso e ele se diverte ou hoje vou comprar um fogão novo pq maria tem um igual,ou eu vou comprar essa roupa pq todas as minhas amigas tem " Me poupe, é tão gratificante tomar suas PRÓPRIAS decisões.
Pelo menos por hoje, pelo menos só por hoje eu vou VIVER, me entregar de Corpo e alma ao destino.
como dizia o poeta Zeca Pagodinho "deixa vida me levar ô vida leva eeeu, sou feliz e agradeço por tudo que DEUS me deu"...
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Rezenha do livro Mil cairão ao teu lado (trabalho de português)
Mil cairão ao teu lado.
Mil cairão ao teu lado é um livro de Susi Hasel Mundy e Maylan Schurch.
O livro fala sobre a história de Franz Hasel e sua família que passaram por muitos desafios ao longo da guerra e conseguem passar por eles com confiança em Deus. Franz Hasel era muito apelidado pelos outros soldados
Só que depois do desenrolar da história ele passou a ser respeitado.
Na guerra ele (Hasel) por várias vezes teve a tentação de mata, mas não o fez, pelo contrário jogou sua arma fora. Já sua família passava por uma situação muito difícil na mão dos nazistas, mas sempre batia na tecla “ não faço parte de nenhum partido”, foram postos as situações que comprometiam suas vidas,mas nunca falharam sempre Deus em primeiro lugar.Ao final do livro eles agradecem a Deus por estarem vivos e sempre seguindo os princípios da bíblia.
Na verdade o livro da uma lição de como superar os problemas, mas nunca sozinhos sempre com a ajuda de Deus, as vezes fazemos escolhas que não são certas pelo simples fato de ter MEDO, a família de Hasel decidiu não ceder a tentação da guerra e dos nazistas foram fortes e com a ajuda de Deus suportaram e venceram os obstáculos.
Mil cairão ao teu lado é um livro de Susi Hasel Mundy e Maylan Schurch.
O livro fala sobre a história de Franz Hasel e sua família que passaram por muitos desafios ao longo da guerra e conseguem passar por eles com confiança em Deus. Franz Hasel era muito apelidado pelos outros soldados
Só que depois do desenrolar da história ele passou a ser respeitado.
Na guerra ele (Hasel) por várias vezes teve a tentação de mata, mas não o fez, pelo contrário jogou sua arma fora. Já sua família passava por uma situação muito difícil na mão dos nazistas, mas sempre batia na tecla “ não faço parte de nenhum partido”, foram postos as situações que comprometiam suas vidas,mas nunca falharam sempre Deus em primeiro lugar.Ao final do livro eles agradecem a Deus por estarem vivos e sempre seguindo os princípios da bíblia.
Na verdade o livro da uma lição de como superar os problemas, mas nunca sozinhos sempre com a ajuda de Deus, as vezes fazemos escolhas que não são certas pelo simples fato de ter MEDO, a família de Hasel decidiu não ceder a tentação da guerra e dos nazistas foram fortes e com a ajuda de Deus suportaram e venceram os obstáculos.
sábado, 11 de abril de 2009
Um dia VOCÊ aprende *)
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se.E que companhia nem sempre significa segurança.
Começa a aprender que beijo não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante,com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje,porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe,algumas pessoas simplesmente não se importam…E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la.
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida,mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa,ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa…por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas;pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós,mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros,mas com o melhor que pode ser.Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser,e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo…mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão…pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidades,sempre existem, pelo menos, dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,enfrentando as conseqüências.Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você caié uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se tevee o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens.
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva,mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que amenão significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode,pois existem pessoas que nos amam,mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém …Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga,você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma,em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar…que realmente é forte,e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bemque poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.
William Shakespeare *)
domingo, 22 de março de 2009
...Muito Cuidado...
" Na primeira noite eles se aproximame roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na Segunda noite, já não se escondem:pisam as flores,matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,o mais frágil delesentra sozinho em nossa casa,rouba-nos a luz, e,conhecendo nosso medo,arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada."
Não se acanhe se alguém lhe falar alguma coisa que vc se incomode,não fique calado rebata,você tem esse direito.
Mas Nuncaa Nuncaa mesmo se rebaixe ao nível da pessoa!
E não dizemos nada.
Na Segunda noite, já não se escondem:pisam as flores,matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,o mais frágil delesentra sozinho em nossa casa,rouba-nos a luz, e,conhecendo nosso medo,arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada."
Não se acanhe se alguém lhe falar alguma coisa que vc se incomode,não fique calado rebata,você tem esse direito.
Mas Nuncaa Nuncaa mesmo se rebaixe ao nível da pessoa!
sábado, 14 de março de 2009
Quando o amor se transforma em ódio
Dizem que amor e ódio andam de mãos dadas. Mas, será que é realmente possível transformar o amor em ódio? Se você respondeu sim é hora de rever seus conceitos. Por expressar uma variedade de formas de afeto que diferem em nível e intensidade, este sentimento costuma receber milhares de rótulos: amizade, carinho, ternura, companheirismo, entre outros. Porém, na realidade, o que costumamos constatar é que nem sempre a expressão do amor dá-se por vias saudáveis. Um exemplo disto pode ser visto em certos tipos de relações conjugais, onde encontramos o exercício da "posse" mascarada sob a roupagem do "amor". Aqui, diante das dificuldades de convivência, os cônjuges comportam-se como verdadeiros inimigos transformando suas juras de amor em desavenças dentro do próprio lar ou, em casos extremos, em incansáveis disputas judiciais. Mas, será que isto realmente pode ocorrer? Podemos transformar o amor em vingança? Diz-se que, enquanto no amor temos a expressão do afeto em sua forma positiva, no ódio encontramos o total desapreço por aquele que se tornou alvo da nossa ira. Desta forma, quando alguém nos diz que hoje odeia aquele que um dia jurou amar, podemos afirmar com certeza, que o que ele sentia por esta pessoa era tudo, menos amor. Isto porque o amor é um sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem. Aqui o meu foco está voltado para o exterior, para o lado altruísta da relação e baseado na vontade que tenho de cuidar dos desejos e interesse alheio. Como o amor não cobra, não exige, simplesmente flui incondicionalmente, a pessoa que ama verdadeiramente espera que o outro seja feliz, que tenha experiências que lhe propiciem o crescimento, mesmo que isto signifique abrir mão do desejo de estar em companhia do amado. Para estes indivíduos, a própria felicidade encontra-se atrelada ao bem-estar daqueles que eles escolheram ser o objeto de seu apreço, pois eles bem sabem que é impossível separarmos aquilo que nunca esteve unido de fato e que o amor pode se expressar de outras formas aquém da união física. Certamente, aqui não quero dizer que não podemos ficar com raiva ou nos sentirmos magoados quando alguém, que julgamos amar, opta por outro caminho. Porém, se me decepcionei com esta pessoa é por que talvez eu tenha acreditado nela e não em sua essência. Lembre-se que o tempo é um grande sábio e, como dizem, o melhor remédio para curar nossas feridas e enxergarmos com clareza a realidade que existia e não aquilo que havíamos criado frente as nossas carências internas. Quando o amor se faz presente em nossos corações, conseguimos nos perdoar e aos outros também, entendendo que as pessoas passam por nossas vidas, para que possamos vivenciar lições úteis ao desenvolvimento de ambos. Aprendamos, pois, a transformar a posse em amor, a olhar o que de positivo restou, pois sabemos que o que fica de uma relação é o que de verdadeiro existia nela: carinho, amizade, respeito ou, simplesmente compaixão pelo outro. Mas, se o amor é isto como o ódio surge? Para responder a esta pergunta, vamos primeiramente tentar entender o que significa odiar. Podemos descrever o ódio como uma paixão que nos impele a causar ou desejar mal a alguém. Ora, se ódio é paixão e esta um sentimento intenso que sobrepõe nossa lucidez e razão, o que encontraremos aqui é o apego, ou seja, o lado egoísta da relação. Neste caso, preocupamo-nos muito mais com a satisfação de nossos desejos pessoais, com nossas carências, com o controle do relacionamento afetivo, do que com a nossa capacidade de expressar o amor de forma incondicional. Várias pessoas costumam acreditar que amam realmente alguém até surgir um obstáculo na relação. Quando o outro, por ação ou omissão, deixa de satisfazer seus desejos, muda seu padrão de comportamento, faz uma nova escolha, ou seja, começa a se afastar daquele modelo por elas idealizado, o sentimento de intensa frustração instala-se, levando-as a se fixarem no desejo de destruição daquele que julgam ser o grande culpado pela intensa dor emocional que atravessam. Isto acontece porque costumamos entrar nas relações imaginando que o outro nos completará, satisfazendo nossos desejos e idealizações. Esquecemos, porém, que não podemos completar aquilo que só a nós compete: o preenchimento de nosso vazio interno. Que a relação envolve sentimentos de compreensão, companheirismo, troca, o saber ceder ou esperar. E, o mais importante, de que as pessoas não são nossos ativos, mas sim nós é que pertencemos ao mundo, tendo liberdade de vivências e escolhas, sejam estas agradáveis ou não para nós ou para o outro. Sempre digo que, relação é conhecimento, é crescimento e que este pode se dar de inúmeras formas. Muitas vezes, quando nos relacionamos com alguém, costumamos ativar dinâmicas psíquicas não bem resolvidas em ambos, as quais resultam numa interação patológica. Isto pode ser facilmente observado nas situações onde a perfeição do outro se torna condição sinequanon. Nestes casos, quando nossas expectativas não são correspondidas, acabamos por gerar sentimentos de hostilidade que se transformam num jogo de culpas, cobranças e no aniquilamento das pessoas envolvidas. Esquecemo-nos, porém, que enquanto nos "pré-ocupamos" em nos punir ou levar o outro à tortura, deixamos de viver novas experiências, de fazer novas escolhas, de aprender com o suposto erro, de nos respeitarmos enquanto seres merecedores de amor e compreensão e de encontrar o nosso verdadeiro caminho. Cumpre-nos lembrar aqui também, que a dinâmica amor e ódio pode ser encontrada naqueles indivíduos que cultivam sentimentos de ciúmes. Isto porque o ciumento não consegue desenvolver o amor autêntico por confundir todas as relações com uma necessidade narcísica. Em outras palavras, estas pessoas não conseguem amar, mas sim precisam de um sentimento que são amadas, o que justifica que suas perdas sejam revestidas de uma posterior substituição. É diante da ameaça da perda que elas transformam sua paixão em ódio, sentimento este que reflete a baixa auto-estima e insegurança que as assolam. Finalizando, lembre-se de que um verdadeiro encontro de almas só ocorre quando existe o real desapego e isto só é possível quando aprendemos primeiramente a nos amar, a nos respeitar e a nos valorizar, através do nosso autoconhecimento, ou seja, do contato com a nossa essência. Em matéria de amor é importante ressaltar que as pessoas ficam juntas, não por necessitarem umas das outras, mas sim pela satisfação que sentem em compartilhar um mesmo sentimento, um mesmo ideal. O amor não precisa de condições, ele basta por si só. Sendo assim, se apenas podemos refletir no mundo aquilo que temos dentro de nossa alma, que este algo seja o exercício do AMOR INCONDICIONAL, pois através dele o ódio nunca encontrará espaço para se manifestar.
CuidadO
CuidadO
segunda-feira, 2 de março de 2009
Inveja

Ninguém chega a algum lugar por acaso e para conseguir alguma coisa temos q lutar muito. Daí quando vc tem algo sempre vem aqueles malditos comentários, falando mal de vc.Inveja é pra gente fraca, sem capacidade, é quando alguém deseja estar no seu lugar, ter a familia maravilhosa que vc tem, o carro legal, seus amigos ou a namorada(o) mas não quer saber de de lutar por isso.A inveja é o sentimento + sincero q existe, o invejoso te admira tanto que na verdade ele queria ser igual a você.A verdade é q esse grande FDP só vê os pulos q vc dá mas nunca conta os tombos q vc leva.
Ás vezes encontramos no nosso caminho, aquelas pedras que insistem em permanecer, por mais que você as chute.
Essas pedras são aquelas pessoas vazias, infelizes, fracassadas em suas vidas amorosas, pessoais e profissionais.
Tenta apagar seu brilho com mentiras e calúnias. Te inveja em tudo o que você faz. Vive pra te derrubar e quanto mais faz para isso, mais essa pessoa te levanta e faz seu brilho aparecer.Por isso eu não temo a inveja alheia. Porque se eu sou o que sou, é por ser original, autêntica e verdadeira... Vivo do meu jeito, a cada dia mais feliz com mais amigos em minha volta.
Não vou da nomes aos bois,mas sei que você vai ler isso aqui,e quem sabe se tocar de oq vc faz não é legal!
Raiva de vc?Jamais!
Pensa bem...
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